Pesquisas com experimentação animal melhoram

Pesquisas com experimentação animal melhoram, mas ainda apresentam problemas. Uma análise de estudos publicados entre 1941 e 2012 foi feita pela equipe liderada por Malcolm Macleod. A conclusão é que os cuidados para evitar vieses nos resultados melhoraram no período, mas ainda são pouco implementados em comparação com a atenção recebida em estudos com seres humanos.

Dos estudos de 1941 a 1978, apenas 9%incluíram a aleatorização dos animais entre os experimentos de controle e de tratamento; entre os artigos publicados entre 2008 e 2012, 33% aplicavam a aleatorização.

A análise cega não foi relatada nos artigos mais antigos, enquanto que nos mais recentes, 7% utilizaram o método. Essa análise, denominada cega, é quando a pessoa que analisa os dados não sabe se os resultados são referentes ao grupo controle ou ao grupo em tratamento.

Outro mecanismo considerado importante para a integridade do relato de uma pesquisa científica é a declaração de conflito de interesses. Isso é feito, por exemplo, nos casos em que os cientistas receberam patrocínio de uma empresa que tem a patente do composto analisado. Nesse caso, houve um aumento de 0 para 40% no período analisado.

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