Movimento pornô feminista

O último número da revista Significação, de Cultura Audiovisual da USP, traz o artigo “Atrações e prazeres sexuais em um pornô feminino”, em que a cineasta Mariana Baltar da Universidade Federal Fluminense analisa os curtas metragens da série sueca Dirty Diaries. Em seu estudo, a comunicadora discute a relação que existe entre espectador e personagens na tradicional produção pornô e como as novas produções feministas tentam quebrar tanto o discuso que objetifica a mulher quanto o formato dos filmes. Apesar da produção pornô feminista ser recente, pesquisadoras da comunicação e linguística já analisam o tema. Confira na reportagem de Gabrielle Adábo e Kátia Kishi.

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