#47 Temático: A autoridade da Ciência

O que é ciência, e como ela se diferencia de outras formas de conhecimento humano? Como a ciência se estabeleceu como autoridade no estudo e nas explicações sobre como funciona a natureza? Qual o histórico da relação entre essa autoridade da ciência e a sociedade? Ela é aceita por todos? Com ou sem ressalvas? E como o conhecimento científico se firma em meio à pseudociência, anticiência e desinformação na era da internet? Essas são algumas das questões que fizeram parte de nosso programa temático #47.

Para tratar dessas questões, contamos com a colaboração de quatro especialistas: Lea Velho, professora do Departamento de Política Científica e Tecnológica da Unicamp; Marcos Barbosa de Oliveira, professor associado da USP no Departamento de Filosofia da Educação e Ciências da Educação; Maira Monteiro Fróes, Professora no Programa de Pós-Graduação em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia da UFRJ; e Reinaldo José Lopes, jornalista de ciência e blogueiro da Folha de São Paulo.

A apresentação do programa foi feita por Maria Letícia Bonatelli e Bruno Moraes, com colaboração de Beatriz Guimarães e Sophia Labanca de Oliveira, e trabalhos técnicos de Octávio Augusto Fonseca.

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2 comentários sobre “#47 Temático: A autoridade da Ciência

  1. Excelente conteúdo, mas o formato é muito antiquado. Incorre, por isso, em erros semelhantes aos que são mencionados como causa para uma menor comunicação entre ciência e sociedade. O programa teria de ser um pouquinho mais dinâmico para abarcar mais público, não só entre universitários, mas fora desse âmbito. Que tal usar música, apenas para acrescentar um ingrediente, sem que isso significasse realmente nenhuma revolução de formato. É que tivemos 29 minutos de um denso e muito honesto blá blá blá, além de uma performance um tanto teatral dos apresentadores, na tentativa de alcançar empatia com o público. Nesses dias em que esse debate se realiza, tenho pensado muito sobre essa composição do Gilberto Gil, Cérebro Eletrônico, de 1969, por justamente discutir os limites da ciência sobre a vontade humana, sem ser anticientífica. Ao mesmo tempo, revelar a contradição do homem que protesta contra uma onda de novos recursos e possibilidades utilizando-os de maneira irônica, mas, ao mesmo tempo obediente. Basta que prestemos atenção no arranjo para perceber isso. https://www.youtube.com/watch?v=JFAHDYEMHEE

    1. Olá, Nelson,
      Agradecemos suas sugestões e críticas. Vamos levá-las em consideração para as próximas edições do programa. Queremos oferecer um conteúdo cada vez melhor.

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